quinta-feira, fevereiro 21

Quénia: Refugiados quenianos no Uganda

Nesta reportagem da BBC apresentam-se as condições de vida e as preocupações de vários milhares de refugiados do Quénia no Uganda. Milhares terão cruzado a fronteira para o país vizinho depois da violência pós eleitoral, não sabendo agora quando será que poderão regressar ao seu país.

Ver aqui a reportagem da BBC (em inglês).

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domingo, fevereiro 17

Quénia: deslocados recolocados

Durante a última semana, os deslocados internos no Quénia, vitimas da recente violência no país, começaram a deixar os campos de refugiados para serem recolocados por meios disponibilizados pelo governo na suas áreas ancestrais.
A ONU calculou que a recente violência no país terá gerado mais de 600 mil refugiados, a maioria internos, ao passo que outros terão mesmo cruzado a fronteira e fugido para países vizinhos, como Uganda e Tanzânia.

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quinta-feira, junho 21

Darfur: governos locais são responsáveis pelos conflitos

O alto-comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres, não poupa críticas aos governos locais pelos conflitos mundiais, nomeadamente o do Darfur.
Guterres tem estado esta semana no Sul do Darfur e, em entrevista à Reuters, foi peremptório: <>, afirmou o alto- comissário.
No entanto, salientou que o regresso de alguns refugiados do Sul do Sudão a casa, depois de quase duas décadas de exílio, é uma pequena vitória, tendo em conta a situação dramática que se vive na região.
<>, disse António Guterres, quando se encontrou com 161 refugiados sudaneses que estavam no Uganda.
Em 2007, o Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados já organizou a repatriação de 35 mil pessoas para o Sudão, mais 14 mil do que no ano anterior.

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quarta-feira, junho 20

Darfur... aumenta o número de refugiados

António Guterres alerta para dificuldades no Darfur

O Sudão foi dos países que mais contribuiu para o aumento de refugiados desde 2005. De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), o número de pessoas que são obrigadas a refugiarem-se aumentou de 21 milhões em 2005 para 33 milhões o ano passado. Os valores são considerados sem precedentes se se tiver em conta o último quinquénio.
Apesar de em primeiro lugar estar o Afeganistão (2,1 milhões de refugiados), o Sudão aparece logo de seguida com 686 mil refugiados, segundo o relatório "Tendências Mundiais em 2006" do ACNUR. A organização alerta ainda para o problema dos deslocados internos. No caso do Darfur (oeste do Sudão), o chefe da organização, o português António Guterres, alertou para as dificuldades que estão a sentir nesta zona: "O desempenho de organizações como o ACNUR está gravemente limitado, o que pode parecer intolerável, mas o desespero dos seus responsáveis não é nada quando comparado com o de milhões de deslocados daquela região africana".

Fonte: Plataforma por África

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